Carne seca Por: Alfredo Mateus

Em mais um vídeo da série Ciência na Roça nós descrevemos o processo de produção da carne seca e a ciência por trás da preservação da carne por esse método.

Materiais Necessários

  • projetor multimídia ou sala de informática para

Fase 1 - Mãos à obra

 Use um projetor multimídia ligado a um computador para apresentar o vídeo aos alunos. Uma sugestão seria passar o vídeo até a parte anterior à explicação do que acontece, parar a apresentação neste ponto e discutir com os alunos o que eles acham que está por trás da preservação da carne pelo sal. Em seguida, continuar a apresentação do vídeo até o final. 

Fase 2 - O que acontece

 A carne estraga quando micro-organismos como fungos e bactérias presentes normalmente no ar ou na carne começam a se multiplicar rapidamente. Existem várias maneiras de se tentar controlar esse crescimento da população de micro-organismos. Uma maneira muito utilizada é abaixar a temperatura da carne, colocando-a em uma geladeira. Mas muito antes de se existir a geladeira, já havia a necessidade de se preservar os alimentos.

A adição de sal é uma opção que é utilizada há muito, muito tempo. A salga, como é conhecida esta prática, inibe a proliferação de bactérias, pois estas precisam de água para viver e se reproduzir. O sal retira a água da carne através da osmose e assim as bactérias não conseguem mais crescer em número.

A osmose é um processo onde a água atravessa uma membrana semipermeável, indo de uma região onde a solução é menos concentrada, para uma em que a concentração é maior. A membrana semipermeável, no caso da carne, é a membrana das suas células. Quando cobrimos a carne com sal, criamos as condições para que a água saia das células da carne, atravessando a membrana, para diluir - diminuir a concentração de sal naquela região. Assim, as bactérias ficam sem água e a carne fica conservada.

 

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