Combustão da vela e da castanha Por: João Marcelo Peito Alves

A combustão é uma reação química que acontece entre dois reagentes (combustível e comburente) com grande liberação de energia em forma de luz e calor. No entanto para que a combustão aconteça é necessária uma faísca inicial (energia suficiente para superar a energia de ativação da reação). Toda reação de combustão é exotérmica.

Normalmente, os combustíveis são substâncias orgânicas ricas em carbono. O comburente mais comum é o oxigênio molecular.

Na vela temos um sistema formado por parafina e pavio. A parafina é constituída de hidrocarbonetos. Ao se acender a vela temos a impressão de que quem queima é o pavio, no entanto, se o mesmo fosse queimado sozinho, ele seria consumido em segundos.

Quando a vela é acesa, a cera que envolve o pavio começa a aquecer até se tornar vapor. O vapor da parafina reage com o oxigênio do ar produzindo a chama. Por ser um bom isolante térmico, o calor da região que queima da vela não é transmitido com eficiência a sua vizinhança, isso faz com que a combustão da vela aconteça de forma lenta.

A castanha do Pará (Bertholletia excelsa), advem de um fruto proveniente da árvore tocari ou tucuri. Ela é muito comum na regição da Floresta Amazônica.

A castanha do Pará é um alimento rico em diversos nutrientes em especial as gorduras. A cada 100 gramas deste alimento têm uma média de 65 a 70% da massa total formada por gorduras saturadas, insaturadas e poliinsaturadas. Essa quantidade altissima de óleos faz com que essa castanha consiga funcionar como uma vela em nosso experimento. Seu corpo, funcionou como um pavio enquanto que seus óleos foram o combustível que queimava de forma similar a vela.

Materiais Necessários

  • vela 1
  • castanha do pará 1
  • faca 1
  • isqueiro ou caixa de fósforos 1

Fase 1 -

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